Irmandade do Rosário — Salvador
Primeira irmandade negra documentada na Bahia. Anotação histórica sobre organização, culto e presença pública no Brasil colonial.
Ler documento →O que o boletim registra hoje se apoia em documentos que atravessam o Atlântico e três séculos de presença negra brasileira.
Abaixo, uma linha do tempo em que o boletim se inscreve como continuidade — não como ruptura. Sete documentos-chave estão no arquivo.
Primeira irmandade negra documentada na Bahia. Anotação histórica sobre organização, culto e presença pública no Brasil colonial.
Ler documento →Documento fundador da primeira loja maçônica negra do continente americano. Referência para arquivos sobre organização preta no Atlântico norte.
Ler documento →Associação beneficente de homens negros livres. Um dos primeiros registros formais de sociedade civil negra no Brasil pós-colonial.
Ler documento →Jornal da Frente Negra Brasileira em circulação nos anos 30. Leitura obrigatória para entender a imprensa negra no século XX.
Ler documento →Rio de Janeiro, julho de 1950. Atas e resoluções do primeiro encontro nacional do movimento negro pós-Estado Novo.
Ler documento →Movimento Negro Unificado — manifesto fundador, 7 de julho de 1978, escadaria do Teatro Municipal de São Paulo. Marco da organização contemporânea.
Ler documento →Abdias do Nascimento publica o texto seminal. Citado até hoje como leitura-fonte em qualquer discussão séria sobre raça no Brasil.
Ler documento →Primeira edição anual publicada em abril de 2001. A redação decide que o método será semanal, o registro será paciente, e o arquivo será memória.
Vinte e cinco anos depois, o boletim está em abril de MMXXVI. Décima sexta semana do ano corrente. O arquivo soma 1.652 entradas.